Com mais de 18 anos em engenharia de software, trabalho na interseção entre arquitetura mobile, estratégia de engenharia e adoção responsável de GenAI. O que me interessa não é qual padrão está em alta: é conectar decisão técnica a viabilidade de negócio, de forma que a escolha de hoje continue defensável quando o contexto mudar.

Esse repertório não veio de teoria. No PagBank coordenei a engenharia do time de onboarding na transição para banco digital, numa base que escalou para 34 milhões de clientes e 100 mil novas contas por mês. Ali um deploy errado não é um bug, é uma conta que não abre. Antes disso, arquitetura e pré-vendas técnicas em contas enterprise para mais de 30 marcas líderes de mercado.

Hoje escrevo e falo sobre orquestrar agentes de IA sem abrir mão de governança: Spec-Driven Development com specs versionadas, ADRs e o ciclo Research → Plan → Implement. O ponto não é gerar mais código: é continuar sabendo por que o código é daquele jeito depois que o agente foi embora. Sou também membro filiado ao CONPEJ, e a perícia judicial é o que mais me ensinou sobre escrever para quem vai ler depois.